O Dia em Que a Terra Parou é EXCELENTE!
Quarta-feira fui ao cinema assistir ao filme “O Dia Em Que a Terra Parou“, graças ao JáCotei que fez a gentileza de me dar dois ingressos para esse filme e um ingresso para o filme “Quarentena” (que infelizmente não consegui assistir, pois já havia saído de cartaz).

Apesar de muitos blogueiros terem reclamado muito do filme, principalmente das propagandas que apareciam na maior cara de pau, eu achei excelente.… O que me fez gostar tanto do filme foi a forma como ele mostrou o ser humano. Geralmente filmes de alienígenas mostram o oposto: Aliens malvados invadindo a Terra e o ser humano completamente bonzinho e heróico tentando defender o planeta e arriscando a vida pelos outros. Esse filme mostrou o ser humano como realmente é: Violento, destrutivo, covarde, egocêntrico…. Uma das melhores partes é quando Klaatu diz para a secretária de defesa que a Terra não pertence aos humanos.
Outra coisa que gostei do filme era a forma como o robô Gort conseguia conter tranquilamente qualquer ataque. O pior é que, mesmo tomando o maior pau, os humanos insistiam em continuar atacando… Uma bela cena é quando Klaatu conhece o Prof. Barnhardt. É uma das poucas cenas do filme que mostra o lado bom dos humanos. Nessa cena vemos a valorização do pensamento e das artes. O próprio alienígena Klaatu, ao ouvir Bach, se emociona… Talvez seja triste pensar que essa cena que emocionou até mesmo um alienígena extremamente superior aos seres humanos nunca aconteça na vida real entre as pessoas. Responda sinceramente… Quantas pessoas você conhece que se emocionam ao ouvir música erudita ou que se divertem conversando sobre ciências e filosofia? Vá para o trabalho segunda feira ou mesmo para uma faculdade e verá que a maioria prefere conversar sobre BBB9. Triste, não?
Será que isso significa que a raça humana deveria ser destruída? Ou será que ainda existe esperança? Acredito sim que ainda haja um pouco de esperança para nós. Na minha opinião os culpados pela ignorância não são os ignorantes, mas sim a mídia, o governo, o sistema educacional e todo o meio…
Acho que nem preciso dizer que agora fiquei com vontade de ver a versão original, de 1951





Se formos medir o quão bom um filme é pelo modo como a propaganda é feito. Nenhum filme presta, principalmente os nacionais 90(eternos) segundos de estampas. Os serão por não gostar do produto dá empresa, dá mensagem associada.
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“Na minha opinião os culpados pela ignorância não são os ignorantes, mas sim a mídia, o governo, o sistema educacional e todo o meio…”
Perai Terrinha…e quem faz isso é quem? os humanos né? e se eles fazem isso mal é porque somos submissos, no geral todos somos culpados por colocar no poder pessoas que não fazem mudanças e fazem outras coisas.
Último post que Daniel Docki publicou foi: Porque existem ladrões?
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… devias ter visto primeiro o original. tsk tsk…
Embora este não esteja mau, o original consegue ser – na minha opinião – mais bem conseguido, mesmo depois de todo este tempo.
(Eu sou fã do original desde criança, e revi-o recentemente antes de ir ver o remake.)
Último post que Carlos Martins publicou foi: Firefox 3.0.6
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Eu vi os dois, tanto o antigo quanto este novo, e gostei dos dois.
O que me deu ódio no novo, foi a cota para negros no cinema, quando inseriram aquele mulequinho negro como filho da mulher lá.
De resto o filme é bom.
ps. nada contra negros, mas o muleque é chato pra burro, no primeiro filme, o menino é mais ativo.
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Ainda não vi a versão original, achei muito boa a mensagem do filme,pena que desde 1951 ninguém deu ouvidos, pois a coisa toda só piora…também não gostei do personagem do menino, me irritou o filme inteiro , achei o menino péssimo ator !
Keanu estava bem, ele cai como uma luva para esse tipo de papel, gosto dele mas reconheço que ele tem suas limitações para atuar, nesse tipo de filme ele fica perfeito !
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Também adorei o filme.
Tem muita gente que realmente é uma praga e deveria mesmo morrer, cheguei a concordar com o Klaatu…
Infelizmente, os bons seres humanos, que valeria a pena salvar, estão em minoria, senão o mundo não estaria do jeito que está hoje, cheio de injustiças, violência, guerras fúteis…
Abraços,
e que um dia a gente se dê jeito.
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No filme matrix o 1º um agente diz prá Morpheu(se não me engano)que a raça Humana não e, mamifera porque todos os mamiferos achão um meio de comviver em perfeita comunhão com meio ambiente. Os humanos não nós destruimos ele, que nós somos como, virus, parasitas infequiciosos destrutivos
e que a cura para isso seria a destruição da raça
nesse filme “O dia em que a terra parou”o Prof. Barnhardt diz: -as espesies so evoluem quando estão na beira do abismo será que vamos evoluir atempo?
espero que sim!
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Filme horrível, mal feito. Keanu Reaves não tem jeito mesmo, vai interpretar o Neo para o resta da vida. Continua sem sal e jenifer Conely, coitada, esta mais deslocada que peru em Ceia de Páscoa. Não bastasse a série de clichês, tais como “a terra não pertence a vocês”, “as espécies só evoluem quando a beira do abismo”, etc,o excesso de propaganda explícita é de fazer rir. Aliás, clichês piores só mesmo em Matrix (deve ser recorrente).
Não há nada de inovador nos efeitos especiais deste novo “O dia…”, bolas de luz voando eu faço em meu computador. Agora o pior mesmo é o roteiro. O filme original de 1951 é uma das obras primas da ficção científica. Sem a tecnologia para proporcionar efeitos especiais estupendos ele se sustenta em um roteiro minimalista e ao mesmo tempo grandioso. Coloca a questão nuclear como a grande ameaça à especie humana na época e constroi a imagem de um ser extraterrestre magnânimo, não um panaca como o personagem de Reaves.
Esperei meses para assistir a nova versão, acreditando que ela daria um grande salto em relação a antiga. Fiquei pasmo e horrorizado, os bons roteirista de Hollywood ou estão mortos ou são muito caros.
Nem todo remake é ruim, veja a Fantástica Fábrica de Chocolate por exemplo, mas este filme com certeza não vai estar na lista dos “1000 filmes que você tem de ver antes de morrer”.
Espero que algum dia alguém faça uma filmagem decente de uma das ficções mais bacanas do século vinte.
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