Projeto quer controlar acesso à internet
Mais uma vez o governo tentando acabar com a liberdade de expressão e democracia. Mais uma vez esses políticos vagabundos querendo afundar o povo na IGNORÂNCIA para não vermos o tanto de merda que eles fazem. O que mais me surpreende é que desta vez a iniciativa não veio do PT. veio de um cara do PSDB. É o que sempre falo: Partidos não prestam. Não vote em partidos. Vote em pessoas. Também sempre avisei para o povo que votava, por exemplo, no Júlio Semenguini (sei lá como escreve esse nome), pra não votar nele. O nome do relator deste projeto é Eduardo Azeredo. Ah sim! Esse não é o único projeto do tipo que veio desse elemento. Tem outro tentando responsabiliar os professores pelo que os alunos fazem na internet da escola. Sem contar o outro projeto também do mesmo cara que tenta prender quem usa internet sem se identificar. DEVEMOS LUTAR CONTRA ISSO! DEVEMOS SEMPRE LUTAR CONTRA AQUELES TENTAM TIRAR NOSSA LIBERDADE E NOS MANTER NA IGNORÂNCIA!
Segue abaixo o texto que peguei no site da Folha de São Paulo:
“Projeto quer controlar acesso à internet
A Comissão de Constituição e Justiça do Senado votará, na próxima quarta-feira, um projeto de lei que obriga a identificação dos usuários da internet antes de iniciarem qualquer operação que envolva interatividade, como envio de e-mails, conversas em salas de bate-papo, criação de blogs, captura de dados (como baixar músicas, filmes, imagens), entre outros.
O acesso sem identificação prévia seria punido com reclusão de dois a quatro anos. Os provedores ficariam responsáveis pela veracidade dos dados cadastrais dos usuários e seriam sujeitos à mesma pena (reclusão de dois a quatro anos) se permitissem o acesso de usuários não-cadastrados. O texto é defendido pelos bancos e criticado por ONGs (Organizações Não-Governamentais), por provedores de acesso à internet e por advogados.
Os usuários teriam de fornecer nome, endereço, número de telefone, da carteira de identidade e do CPF às companhias provedoras de acesso à internet, às quais caberia a tarefa de confirmar a veracidade das informações.
O acesso só seria liberado após o provedor confirmar a identidade do usuário. Para isso, precisaria de cópias dos documentos dos internautas.
Críticas
Os provedores de acesso à internet argumentam que o projeto vai burocratizar o uso da rede e que já é possível identificar os autores de cibercrimes, a partir do registro do IP (protocolo internet) utilizado pelos usuários quando fazem uma conexão. O número IP é uma espécie de “digital” deixada pelos internautas. A partir dele, chega-se ao computador e, por conseguinte, pode-se chegar a um possível criminoso.
Principais alvos do cibercrime, os bancos e os administradores de cartões de crédito querem a identificação prévia dos internautas. O diretor de Cartões e Negócios Eletrônicos da Febraban (Federação Brasileira de Bancos), Jair Scalco, diz que não adianta criar leis para punir as fraudes na internet se não houver a identificação obrigatória de todos os internautas. Ele defende que os registros de todas as conexões sejam preservados por pelo menos três anos.
O projeto recebeu muitas críticas. “É uma tentativa extrema de resolver a criminalidade cibernética, que não surtirá efeito. O criminoso vai se conectar por meio de provedores no exterior, que não se submetem à legislação brasileira, ou usará laranjas [terceiros] e identidade falsa no Brasil”, afirma o presidente da ONG Safernet (Central Nacional de Denúncias de Crimes Cibernéticos), Thiago Tavares. A entidade é dirigida por professores da Universidade Federal da Bahia e da PUC daquele Estado.
Para Tavares, o projeto, se aprovado, irá burocratizar e restringir o acesso à internet. “Não se pode acabar com a rede, em nome da segurança, porque ela nasceu com a perspectiva de ser livre e trouxe conquistas muito grandes, como a liberdade de informação e de conexão”, afirma.
Para ele, os provedores tenderão a dificultar o acesso das pessoas à rede mundial de computadores, com medo de serem responsabilizados criminalmente por atos dos usuários.
Lobby
O relator do projeto é o senador Eduardo Azeredo (PSDB), ex-governador de Minas Gerais. Os especialistas do setor dizem que o mentor das mudanças é o assessor de Azeredo José Henrique Portugal, ex-dirigente do Serpro, estatal federal de processamento de dados.
O presidente da ONG Safernet diz que, por trás da identificação e da certificação prévias dos usuários da internet, está o lobby das empresas de certificação digital, espécie de cartórios virtuais, que atestam a veracidade de informações veiculadas pela internet.
De acordo com ele, o projeto está na contramão da democratização do acesso à internet, ou inclusão digital, pretendida pelo governo.”





Isso faz com que a internet volte a ser apenas das classes mais “favorecidas”.
Sou completamente contra.
Um piiiio!
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Bombinha meu querido
boa noticia q voce postou
eu estava querendo saber sobre isso
mas nao tinha achado ainda
e essa noticia encaixa diretamente à filosofia de quem ama a liberdade, Linux aewwww
espero q nao de certo, apesar dos provedores terem bastante forca, vamos ver o q acontece
bom ate mais e um bom progresso para seu blog
ah mais uma ocoisa
para de fala TANTO palavrao, pq perde a credibilidade
alem de enche linguiça demais
soh use isso quando falar de microsoft
uhauhahuahuaahuhau
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pra dar um pouco de risada:
http://d00dz.org/%7Egwm/internetbr.html
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Vi isso ontem gelinho
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[...] Projeto quer controlar acesso à internet [...]
Acredito que devemos desde já realizar um mega abaixo-assinado…acho que darei inicio a um, aqui mesmo no site…mais a noite quando voltar do trabalho eu posto aqui para voces!
PELO DIREITO DE LIBERDADE NA INTERNET, PELA DEMOCRACIA
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