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FDE: Fluxbox Desktop Environment

Recentemente foi anunciado um fork do window manager Fluxbox. Tetsuo “Pi” Nokiosawa, mais conhecido pelo apelido de “Pi” (que diz ter recebido ainda na escola por ser um apaixonado por matemática), se diz um fã de carteirinha do Fluxbox, que considera o ambiente mais poderoso e flexível já criado.

“Quando comecei a usar Linux, o ambiente que conhecia e mais gostava era o Window Maker… Até conhecer o Fluxbox! Sempre considerei o Flux um ambiente perfeito, por ser totalmente leve e flexível. Já testei o KDE e o Gnome, mas achei muito pesado e cheio de coisas desnecessárias!”

Tetsuo afirma ter tido a idéia quando estava “ressuscitando” um Pentium II da empresa de seu pai, a Nokiosawa Corporation. Segundo Pi, seu primeiro objetivo era deixar o Pentium II voando e rodando Linux, além de torná-lo simples para o funcionário que iria usá-lo. Seguindo o coração, Pi já foi instalando o Fluxbox, mas parou e pensou que poderia ser complicado para o funcionário que não passava de um usuário final.

Desktop Environments como KDE e Gnome eram muito pesados para um simples Pentium II, e até mesmo o XFCE ficaria lento naquele micro.

Foi aí que Tetsuo resolveu transformar seu Window Manager favorito em um Desktop Environment.

“Tudo começou apenas para suprir uma necessidade, entende? Com o tempo passando, o projeto foi sendo aprimorado e os funcionários da empresa elogiavam cada vez mais. Isso acabou fazendo com que eu resolvesse transformar esse trabalho em algo mais sério. Comecei a esculpir ainda mais o código do Fluxbox, adicionei compatibilidade dos temas do Fluxbox com temas GTK e até comecei a criar uma biblioteca própria para criar modulos e programas prontinhos para rodar com maior compatibilidade no Fluxbox… O mais legal é que tudo está sendo feito visando em primeiro lugar a leveza e a flexibilidade!”

Algumas das novidades do Fluxbox Desktop Environment são:

  • FFL: Flux Foundation Libraries
  • Compatibilidade entre Fluxbox e temas GTK e vice-versa
  • Efeitos composite e transparência real
  • Mais opções para a barra e janelas
  • Menu opcional na barra
  • Possibilidade de criar várias barras para várias funções
  • Possibilidade de rodar programas dentro das barras
  • Compatibilidade das barras para rodar widgets escritos para adesklets, gdesklets, screenlets, superkaramba, plasma etc.
  • Compatibilidade das barras para rodar módulos do Enlightenment 17
  • Archeologist: Gerenciador de Arquivos feito com as bibliotecas FFL
  • Compatibilidade de temas GTK com temas das interfaces em FFL

Pi pretende lançar o primeiro Alpha ainda em maio e diz já estar trabalhando para colocar o site do projeto no ar.

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2 Responses to “FDE: Fluxbox Desktop Environment”

  1. Poxa cara, se isso nao tivesse postado no dia primeiro de abril eu teria ficado tao feliz, pq eh uma noticia mto boa pra ser verdade…

  2. haahau. Pelo jeito Terramel tirou o feriado (feriado?!) de 1º de abril pra ficar escrevendo mentirinhas.. hauahua

    Mas a idéia em si é muito interessante. No abril passado anunciaram um ambiente gráfico baseado no WindowMaker (mais uma idéia excelente, visto que o gnustep continua em pleno desenvolvimento).

    Acredito que a idéia da FFL tenha surgido da EFL, mas parece o enlightenment 0.17 está se tornando cada vez mais notícia de 1º de abril, de tanta demora para lançarem o ambiente como estável. Se não me engano, alguns componentes da EFL como a ewl já tiveram o desenvolvimento congelado, para lançarem como estável.

    Mas a idéia de separar o flux entre aplicação e biblioteca não é lá má idéia. Assim o incentivo para a criação de programas com a interface e integração com o ambiente seria maior. Isto garantiria que computadores antigos pudessem ser melhor aproveitados.

    Ah, e o fluxbox depende da EFL, de certa forma. Os efeitos de pseudo-transparência dos menus utilizam a imlib2, parte da EFL.

    Quem sabe desta mentira não nasça uma verdade? (menos com relação ao gerenciador de arquivos da imagem, que é o Rox, e eu sei! hauah)

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