César Brod, o Miguel de Icaza brasileiro!
Miguel de Icaza, conhecido por projetos como Gnome, Monopólio, Moonlight, já tem um clone seguidor aqui no Brasil: César Brod. César Brod já é bem conhecido pela comunidade brasileira de Software Livre pelos trabalhos e atuações que já fez pelo Software Livre. Além de ter contribuido com vários artigos sobre GNU/Linux e Software Livre, chegou participar de um debate contra a Microsoft.
Sua empresa, Brod Tecnologia, atualmente presta serviços para a Microsoft. Não teria nada contra parcerias e acordos, nem mesmo os que são feitos com empresas como a M$. O único problema é que esses acordos parecem mudar radicalmente as opiniões das partes envolvidas com a M$. Muito ($$$$)estranho($$$$)….
Como muitos já sabem, ocorreu nesta terça-feira a reunião final da ABNT onde foi discutido qual seria o voto do Brasil em relações aos padrões de documentos ODF e OOXML. Não vou falar muito sobre isso já que muitas informações e opiniões foram dadas em diversos blogs e sites. No blog de Avi Alkalay da IBM Brasil, você encontrará informações e impressões sobre a reunião que ocorreu terça na ABNT.
Várias empresas estiveram presentes na reunião. O SIM era mantido pela Micro$oft, Unesp (que vergonha, uma faculdade pública! Shame on you, Unesp!), SUCESU-SP, Associação de Parceiros da Microsoft, e algumas empresas regionais ou de alcance menor (resumindo, todos que tem o rabo preso com a M$). O NÃO era mantido por empresas e instituições governamentais como MCT, ITI, MP, Banco do Brasil, Caixa Econonômica, Correios, Serpro, Celepar etc, mais organizações como BrOffice.org, Rede Livre, ODF Alliance e mais empresas como Sun, Red Hat, 4Linux, IBM, Metrô de São Paulo, Google e outras.
Uma coisa que não apenas eu, mas muita gente achou estranho foi o fato de César Brod ter votado SIM com comentários. Muitos pessoas tentaram entender melhor seu posicionamento consultando dois de seus artigos que foram publicados no Dicas-l. No primeiro artigo, publicado no mês passado, ele fala sobre padrões fazendo comparações entre a briga que teve há muitos anos entre VHS e Betamax. No segundo artigo, que foi publicado hoje, ele fala porque se posicionou a favor do OOXML.
Na humilde opinião deste quem vos escreve, o nosso coleguinha César Brod já estava “preparando o terreno” em seu primeiro artigo. Se me permitem, vou dar umas comentadas em algumas coisas que ele escreveu nestes artigos:
“Eu fico preocupado é com o futuro… Eu sei que não vou resistir e vou acabar comprando um VHS ou um Betamax, torcendo para que a maioria tome a mesma decisão que eu. Mas imagina se, daqui há pouco, um louco qualquer inventa de criar uma coisa que sirva como armazenamento e reprodução de áudio e vídeo ao mesmo tempo? Será que este maluco vai se preocupar com a minha coleção de fitas de vídeo, áudio, meus LPs, e criar algo que, além de tocar a “coisa nova” ainda reproduza as “coisas velhas”? Du-vi-de-o-dó, como diz minha mãe, a Dona Ione! Prova disto são os gravadores e toca-fitas! Algum deles toca aquelas fitas de rolo que usávamos há poucos anos?”
Claro, claro meu querido! Então da mesma forma os microondas não deveriam ser criados… Imagine só! O que as farão as pobres donas de casa com as tantas panelas que tem na cozinha? Metal no microondas acaba dando merda! OMG!!!! As panelas estão condenadas!!!! Ops! Mas nós estamos em 2007 e já existem microondas há tanto tempo. Estranho, tem também um fogão e várias panelas na minha cozinha. Outro dia até fiz o meu deliciosíssimo GNU/Macarrão
“Ainda aposto que, se no futuro, alguém se preocupar em criar padrões que respeitem a compatibilidade com tudo o que foi criado antes, este alguém vai ser taxado de louco ou coisa parecida! Mas, se apenas em hipótese, este “tudo o que foi criado antes” seja justamente informações, documentos que fazem parte de todo um conhecimento empresarial? Milhões de milhões de textos e planilhas de cálculo!”
A M$ nunca se preocupou em respeitar a compatibilidade com outros softwares como o OpenOffice. Você prefere ficar preso por documentos antigos do que aceitar uma mudança para um padrão que seja realmente aberto e transparente? As empresas não perderão suas informações simplesmente por uma mudança na padronização. Um novo formato pode ser adotado, mas isso não significa que os formatos antigos junto com os softwares capazes de lê-los serão apagados da face da terra. Respondo isso com uma analogia parecida com a que você usou em seus exemplos: Não é porque existe DVD hoje que não assisto algumas fitas VHS, da mesma forma que não parei de ouvir LPs simplesmente porque existe CDs. Apenas tenho mais opções
“Que bobagem pensar nisto, né? É tão fácil jogar coisas fora! Mas sei lá, eu acho que vou ter mais de 40 anos e ainda vou querer ouvir meus velhos LPs…”
Como já expliquei antes, não precisei jogar minhas fitas k7 fora, da mesma forma que não precisei jogar os meus LPs. Tenho ainda meus LPs do Queen, Alice Cooper, Extreme, Judas Priest, Faith No More, Alan Parson’s Project e muitos outros que ouço sempre que dá vontade
“Existe cerca de 40 bilhões de documentos armazenados em formatos binários da Microsoft. Estes documentos, abertos com novas versões do Office e salvos em formato OpenXML passam a ser acessíveis por uma série de aplicativos que agora usufruem de um legado de textos e planilhas, que podem servir como base para sistemas de busca de conhecimento coletivo, business intelligence, dentre muitos outros, que podem até ser desenvolvidos como software livre e de código aberto.”
Triste isso, não? Parece que cada vez que algum outro software chega mais perto da compatibilidade com estes formatos, a M$ lança uma nova versão e faz alguma mudança nesses documentos. O pior é que geralmente o usuário final, alheio a tudo isto, acaba pensando que a culpa é do OpenOffice, BrOffice, que o problema é com o Linux e muitas vezes esta história acaba em: “Vamo ligá pru técnico que ele bota Windows, Word e Excel rapidim só por 50 pilas!”. A M$ gosta disso. Ela nunca mostrou interesse algum em abrir seus documentos. Foi só aparecer o ODF que a M$ correu atrás com o tal do OOXML, um padrão (se é que podemos chamar de padrão) totalmente mal implementado e ainda por cima com partes binárias.
Acho que não preciso mais comentar sobre isso. Muitas pessoas da comunidade tem conhecimento e muitos textos por ai já falam sobre todo este assunto de padrões de documentos. Acho que não é novidade nenhuma dizer que fiquei decepcionado com o voto de César Brod, assim como sei que muitos outros também ficaram. É triste isso… Já não bastam Novell, Xandros, Linspire, Miguel de Icaza? Talvez essas pessoas apenas estejam usando o Software Livre e a comunidade para fazer dinheiro, coisa que acho extremamente desprezível. Mas quem sou eu para criticar as preferências empresariais, ideológicas, políticas e tecnológicas das pessoas… O que posso fazer se alguns acham as notinhas dos tios Bill & Ballmer (poderia ser dupla sertaneja né?) mais verdes?
Gostaria de não ter que escrever este desabafo, mas depois dessa, sempre que ler ou ouvir o nome César Brod lembrarei do título deste post: “César Brod, o Miguel de Icaza brasileiro!”
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César Brod, o Miguel de Icaza brasileiro!
“Miguel de Icaza, famoso mundialmente por ser o segundo maior onanista do mundo (que atualmente luta ferozmente e sem descanso para tirar o primeiro lugar de Onan) e também um pouco conhecido por projetos como Gnome, Mono, Moonlight, já tem um seguido…
[...] of Texas César Brod, o Miguel de Icaza brasileiro! » This Summary is from an article posted at Terramel on Thursday, August 23, 2007 César Brod, o [...]
Eu pessoalmente não vejo nenhum problema em uma pessoa ou empresa querer ganhar dinheiro com software livre, mas para isso não precisa ter duas caras ou apenas querer fazer uso do SL para alavancar sua empresa ou projeto.
Infelizmente esse parece o caso, triste ver uma coisa dessas, mas é inerente aos humanos, infelizmente.
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Excelente suas observações, vou anotar o seu post no meu del.icio.us.
. Quanto a essa figura que você citou, apesar de não conhecer tenho a impressão de que ele é mesmo um canalha oportunista!
Há, eu também ouço Alan Parson’s Project é supimpa
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[...] detalhes: Terramel, Dicas [...]
Suas opiniões, etecétera e coisetal. Mas é muita babaquice você salpicar o texto com pequenos insultos falsamente cortados. Cresça.
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Compartilho com a maioria de suas opiniões neste artigo e parabenizo pela qualidade. Mas qual é o problema com o Miguel de Icaza? Só porque o cara lidera o Mono e o Moonlight?
Eu não gosto de muitas posturas da M$ e da maioria de seus produtos, mas uma multi-naciona de tal tamanho é “multi”, ou seja, não pode ser simplismente taxada como “coisa do demo”. O .Net foi uma boa sacada e eu prefiro muitas vezes o C# ao Java, mesmo sendo um “seguidor” do soft livre. O Starlight é uma boa sacada também, ainda mais considerando que faz frente ao problemático Flash/Flex (lembre que a diferença entre Adobe e M$ é só na abrangência do monopólio).
Ou seja, não vejo problema algum em usar um produto da Microsoft ou ser parceiro dela, mas sou totalmente contra a salada-mexicana que é o OOXML. E uma coisa não tem necessariamente algo a ver com a outra.
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Bom, o colega do post anterior citou como boa sacada da M$ a criação do .Net e mesmo do Silverlight como criações suas. Do Silverlight eu não sei muito, mas como programador em Delphi e ex-militante Borland/Codegear, existe uma história muito interessante sobre como a M$ usou da posição de quase-falência da Borland para fazer um acordo de “cessão de patentes” com a mesma, onde a M$ teria a oportunidade de consultar as inovações tecnológicas da Borland e “escolher” algumas para colocar em seu cesto, em troca de ajudar a outra a se reerguer … Algumas das citadas tecnologias, na época eram: “Uma framework com base em compilação just-in-time para competição com o Java” e uma linguagem com base nos melhores recursos das linguagens modernas … Se eu não me engano, o Visual Basic nunca foi totalmente OO, e tanto o Visual Basic.net quanto o C# comungam de algumas propriedades que os programadores Delphi conhecem desde o Delphi 2 … Entre eles o bom e velho Sender … Por isso, mesmo no ramo das linguagens, que muitos citam como exemplo de inovação tecnológica da M$, ela tb é bastante oportunista. Fica aí então minha opinião …
Apesar de não conhecer bem quem é e quem foi o Cesar Brod, fica claro no próprio blog dele a posição ideológica que levou ele a tomar a decisão de dizer um SIM na reunião da ABNT. O que eu acho que ele fez errado foi escrever o post como se fosse uma criança. A decisão dele de escolher ninguém pode tirar. Mas, se ele vai tomar uma decisão, que pelo menos diga com sinceridade necessária o que ele realmente pensa, não ficar com esse joguinho de palavras e idéias para confundir quem não está totalmenet ligado ao que está sendo discutido, até porque a briga VHS e Betamax está em um contexto bem diferente do contexto da aprovação da ISO.
No mais, gostei bastante das suas colocações em relação ao circo montado pelo César …
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Muito anti-profissional da sua parte. Querendo você ou não, Miguel de Icaza já contribuiu muito com vários projetos de código-aberto. Não é por um projeto que alguns homens-bomba podem achar medíocre que se define o caráter de uma pessoa.
É claro que não é interessante da nossa parte um voto a favor do OpenXML. Mas dar tiros para todos os lados também não é.
Namaste
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Marinho Brandão: O problema em parcerias com a M$ é o FUD que vem junto e as vezes a opinião das pessoas que fizeram a parceria. Sobre o Icaza, não teria nada contra ele. Admiro ele pelo Gnome. O problema é as ideias doidas que ele anda tendo!
Dá uma olhada nisso: http://eustaquiorangel.com/blog/show/374
Sobre o Mono eu não achei o texto original do TaQ em site nenhum. O do blog dele parece que não está mais lá depois que ele mudou de domínio. Mas achei uma lista com o texto. Sugiro que dê uma olhada: http://listas.cipsga.org.br/pipermail/mono-brasil/Week-of-Mon-20040412/000317.html
Até acho bom termos mais opções, o problema é o perigo que algumas dessas opções podem trazer. E com essa “estória de patentes” a M$ sabe e gosta muito de brincar. Se não fosse isso, o Mono assim como alguns outros projetos do Icaza seriam bons. E eu não confio muito no Icaza mais mesmo é por causa dessas opiniões dele de ficar lambendo o saco da M$ e sendo mais a favor da M$ do que de outras soluções e projetos livres…
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Eduardo Rolim: Também achei que ele deveria ter dito de forma mais clara o porquê de sua votação… E não gostei das comparações que ele fez com VHS e Betamax heheheheh! Obrigado por ter comentado os negócios da M$ com a Borland. Essas coisas eu nem sabia
Abraços
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vdepizzol: Anti-profissional nada. Apenas estou colocando minhas opiniões. Não faço dinheiro com este blog e nem trabalho em empresa alguma e nem tenho negócio algum. Na verdade sou desempregado e apenas estudo. Então como posso ser profissional? Isso prova só que escrevi aqui porque quis expor minhas opiniões já que não tenho nada a ganhar com isso
E sim, o Miguel de Icaza fez coisas boas e projetos bons e cá entre nós, ele é um cara muito inteligente e admiro muitas coisas que ele já fez. E não falei hora nenhuma que o Mono ou o Moonlight são mediocres. A questão em cima disso é totalmente diferente. Anti-profissional está sendo você por escrever em cima de algo que você acha que falei mas não falei e também por escrever sem procurar saber as outras coisas que Miguel andou fazendo.
E não, não sou homem bomba (apesar de meu apelido na faculdade ser Bomba ;D) e não estou dando tiros para todos os lados. Neste momento você que está sendo homem bomba, pois está se queimando desnecessáriamente. E queira você ou não meu querido, muitos já mediram o caráter de Icaza, e não foi por seus projetos. Sinceramente, para mim o caráter de Icaza é quase nulo. Por favor leia mais antes de tentar me insultar
Apenas uma das coisas que o Icaza escreveu:
Duvida? Ai vai o link: http://tirania.org/blog//texts/pdc.html
Já que você gosta tanto do Icaza, poderia ler mais o blog dele para saber também das opiniões dele.
Ah sim, o post do TaQ tem algumas coisas a respeito do Icaza: http://eustaquiorangel.com/blog/show/374
Ah sim, o Icaza realmente fez muito pelo Código Aberto e pelo Software Livre, mas sinceramente, as merdas que ele anda fazendo hoje acabam anulando todas as coisas boas que ele já fez no passado. É uma pena pois ele é um dos caras que já admirei no Software Livre e eu gosto muito do Gnome. Acho ele genial! Mas sinceramente, hoje pra mim o Icaza e merda é a mesma coisa!
Abraços
OBS: Me desculpe se fui um pouco sarcástico ou até mesmo grosso e mal educado, mas como dizem as crianças no ginásio: “Você começou!” ;P
OBS2: O que importa mesmo é o que o Brasil acabou votando um NÂO com comentários!
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EXCELENTE.
Esse é o meu camarada Terramel !!
Um dos melhoes posts que já lí em seu blog, cuja qualidade a cada dia se supera !
Meus parabéns.
PopolonY2k
PlanetaMessenger.org
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Se lutamos por uma causa chamada Software Livre, de free speech (liberdade de expressão) e demais liberdades pensadas pelo lado do usuário e não apenas em questões tecnológicas (como o OpenSource), temos que respeitar a opinião do César.
Não o conheço, e sinceramente fiquei desapontado com a opinião dele na reunião da ABNT, mesmo jamais ouvindo falar dele. Desse modo foi melhor, afinal lendo um pouco de seus artigos pude ver que ele tem um ponto de vista muito diferente do meu e de grande parte dos ativistas de Software Livre que conheço.
E é desse modo que as pessoas entendem como funcionam os degrais da vida. Demoramos anos para subir alguns degrais e poder ter uma visão periférica, mas em segundos, poucas ações podem nos derrubar a um nível de onde jamais tenhamos capacidade de subir novamente. Acho uma vergonha um ativista de SL, como ele diz, ser a favor de um padrão como o Open XML que é incrivelmente traiçoeiro, levando em conta que foi criado pela Microsoft.
Isso é uma piada..
Abraço,
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O pior de tudo é que a fdp da Receita Federal está querendo gastar 40 milhs de reais para comprar licenças do M$ Office 2007, acreditem !!!
http://www.softwarelivre.org/news/9806
Arrocham a classe média com quase 30% de IR e depois dão milhões para a M$, comprando ainda por cima um programa que usa OOXML, não aprovado pela ABNT !
Parabéns pela coragem de denunciar esse Brod. Vendeu a alma para o Diabo e ainda quer posar de defensor do software livre !
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Não li tudo ainda, mas vou comentar sobre o que li:
quanto à retrocompatibilidade, é uma questão delicada. O Linux, por exemplo, só funciona com computadores a partir do 386. Inclusive, há partes do seu código que estão precisando de uma reforma geral, como o driver IDE.
Já o Windows, por muito tempo, pecou justamente por manter compatibilidade com implementações em 16-bit do DOS, o que atravancava seu desenvolvimento.
Responder
Quanto à retrocompatibilidade, ninguém pensou em conversores? Ouxe… Não entendo por que manter retrocompatibilidade com nenhum formato anterior, nem mesmo RTF e HTML!
Responder
[...] (Sorry about my bad english! I tried to do a free translation of my own article and some parts of Cesar Brod’s article that are here! If there’s something you can’t understand, just ask me and I’ll try to translate it better my original article (in portuguese) is here!) [...]
Eduardo Costa Lisboa: Conversores pelo que sei já tem. Pelo visto a Sun fez um… Sobre compatibilidade, apesar do Cesar Brod tentar fazer o povo achar que é melhor o OOXML por manter compatibilidade com os arquivos antigos do M$ Office, ele apenas está jogando com FUD, pois o OOXML não tem nenhuma compatibilidade nem mesmo com os arquivos do M$ Office!
Abraços
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[...] César Brod, o Miguel de Icaza brasileiro! [...]
[...] estrela brasileira do Software Livre, César Brod, também se diz entusiasmado com a idéia e explica porque ela é tão sensacional: “Milhões [...]
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