A forma mais fácil e rápida de ripar DVDs e CDs

Estou falando do comando dd (Dump Data). Esse comando realmente serve como um canivete suiço. Geralmente é usado para copiar imagens de algum HD ou algo do tipo, mas alguém já pensou em usá-lo para ripar um DVD por exemplo?
Então vamos lá. Coloque o DVD no drive, abra um terminal e manda ver (vamos imaginar que você quer copiar um DVD de algum filme do Bruce Lee para a partição hda1 e que o seu DVD está em /dev/cdrom):
dd if=/dev/cdrom of=/media/hda1/brucelee.iso
Prontinho
Entendeu? No if você coloca o caminho do DVD, CD, HD ou o que quiser copiar e no of você coloca o caminho e o nome do arquivo que dará para a imagem a ser copiada
Agora é só usar algum programa de gravação de CD e DVD e escolher a opção de gravar uma imagem. O programa que sempre uso para isso é o Brasero que, além de ser pequeno e leve, também é bem simples de usar. Se não tiver instalado e quiser experimentar em uma distribuição baseada em Debian, como Ubuntu ou Kurumin, instale-o pelo gerenciador de pacotes da sua distro ou com um apt-get:
sudo apt-get install brasero
Assim que gravar o DVD (ou CD) a cópia sairá igualzinha a original


Hummm… papa a protecção e tudo? estranho…
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Estás a esquecer um detalhe muito importante:
Existem Cd’s e DVD’s que têm um tipo de protecção anti-cópia que consiste em áreas de disco que são danificadas propositadamente. o “dd” chegando a um ponto desses termina o trabalho e ficas sem todo o conteúdo que lá está…
é por isso que muitas vezes para se conseguir uma cópia (que nunca é uma cópia exacta) é preciso mandar ignorar erros de leitura e seguir.
Tenta só copiar um DVD dum jogo de PS2 com o “dd” para ver se consegues alguma coisa. Mas se usares o k3b com a opção de ignorar erros de leitura e cópia clone, já consegues um DVD que não é igual ao original, pois tens toda a informação lá, excepto os espaços danificados, que esses não podem ser reproduzidos com gravadores caseiros, e é por isso que as PS” precisam ser modificadas para aceitarem cópias.
O mesmo se passa com alguns filmes em DVD, em que é preciso “desmontá-lo” e “reconstruí-lo” de novo, e em que a cópia também nunca fica exactamente igual ao original, para isso tens o DVD-Rip ou o K9copy (entre outros)
com o “dd” apenas copias cd’s e dvd’s que não tenham protecção anti-cópia.
Abraços
ArameFarpado
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Bom galera, to no lab da faculdade no horário de intervalo por isso não vou logar pra comentar ;D
VDIAS: Acabei de ler o comment do ArameFarpado e segundo ele o dd não passa a proteção de cópia. Nesse caso deveria usar algum outro programa para ripar como os que ele falou…
ArameFarpado: Obrigado pela dica cara! Disso eu não sabia. Nunca tive problema para copiar DVD ou CD usando o dd. Acho que é porque nunca tive o azar de pegar algum que estivesse protegido!
Abraços
do Terrinha
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Um pequeno aditamento:
existem vários processos de protecção anti-cópia, e eu “acho” que o dd apenas deve esbarrar naquelas que consistem nas tais áreas danificadas, como as da PlayStation. jugo que nas outras o dd vai sair-se bem.
lembro-me de ver uns cd’s com o TOC (tabela de conteúdo) aldrabado para impossibilitar cópias, a protecção consistia em termos um cd com 600Mb de informação mas no TOC informava que o Cd tinha 3Gb, ora nenhum programa ia gravar aquilo porque à partida a informação não ia caber em Cd nenhum… nestes casos, como o dd lê o dispositivo em modo cru sem tentar perceber o conteudo que lá está, nem deves-te aperceber que tens uma protecção anti-cópia.
outra coisa, uso uso o dd para guardar e criar cópias dumas disquetes de máquinas do meu trabalho que estão num filesystem desconhecido e que o linux não consegue aceder a ele, o linux não consegue montar a disquete nem aceder ao conteudo dela, mas o dd consegue guardar imagens dela e posteriormente escrever nas disquetes também, usando o “if” e “of” de modo a ler da imagem e escrever no /dev/fd0.
o dd é também excelente para passar um sistema windows dum disco para outro, sem o danificar, e como temos dd em qualquer live cd de linux, não há necessidade de ser ir buscar um norton ghost ou partition magic.
Abraços
ArameFarpado
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O DVD Shrink tira a proteção, e realmente Linux tem muito mais variedade.
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Veja mais sobre a Matéria dos Tremores de Terra no RJ, SP e PR, com Vídeos no Blogão do Flamengo:
http://blogaodoflamengo.wordpress.com/2008/04/23/terremoto-de-52-assusta-sp-rj-mg-pr-e-sc-videos/#comment-2048
Deixe seu Comentário.
Abraços…
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sb0Th1
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Terramel,
Não é assim q a coisa funciona no Windows! Ninguém precisa “arrancar os cabelos” e ficar “perdendo tempo e paciência” [conforme vc disse!] p/ clonar um CD/DVD, transformando-o em uma imagem .iso!!
Eu tô cansado de criar imagens .iso com o Windows XP! O Soft ImgBurn [em Português do Brasil] faz isso e muito bem!! Ele tb grava a .iso num CD/DVD, e grava tb muito bem! Não só ele, muitos outros tb fazem, e muito bem! E, ainda por cima, é tudo pelo Mouse! Não precisa digitar coisa alguma!!
No tocante a gravação de .iso, já usei ele p/ gravar imagens .iso de Linux q baixei da WEB: Big Linux, KDuXP, etc… . E o resultado é show de bola!
Mas conforme vc focou em CRIAR .isos, vamos lá:
O ImgBurn faz isso SEM precisar de eu usar o Terminal! É tudo no Mouse!
Portanto, sendo tudo no Mouse, vc tb está errado quando disse:
“a galera que usa Linux está muito mais bem servida”; é no tocante a gerar imagens .iso de um CD/DVD usando o Comando “dd”, pelo Terminal!
É claro q tu tá errado!! Se no Linux é pelo Terminal [uso do teclado], e no XP é pelo Mouse, então eu te pergunto:
Afinal de contas, quem é q tá bem servido?? Quem usa o teclado ou quem usa o Mouse??
Por gentileza, quer falar mal do Windows, fale! Mas q tenha motivo p/ isso! E desta vez vc errou feio!!
Mesmo assim eu te dou os Parabéns pela Postagem! Tá bem explicado, p/ quem quer usar Linux pelo “dd”!
Um Abração!!
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As duas formas funcionam bem, porem não resolvem um problema: Como gravar um filme de 9 GB em uma mídia de 4.7..
Eu estou buscando isso, se alguem souber, pode sem em Linux ou Ruindows… sem galho..
Tks
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