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Windows Vista economiza energia - fato ou propaganda enganosa?

Ontem meu amigo Djavan Fagundes me deu uma sugestão para postar. Ele ficou sabendo de uma notícia do portal UAI (sem link, pois eles não merecem, já que não linkam ninguém) através de uma lista de discussão que faz parte. A notícia dizia que o Windows Vista “gerou uma economia energética na América Latina equivalente a 140 mil automóveis a menos nas ruas”, segundo a própria Microsoft informou esta segunda feira.

Também disseram que com os 14 milhões de computadores com Vista vendidos na região, o impacto da diminuição de gás carbônico equivaleria aos 140 mil automóveis a menos, assinalou a Microsoft.

Ok? Estão vendo as palavras que foram usadas? “Segundo a própria Microsoft“, “assinalou a Microsoft“… Preciso dizer algo mais?

O pior de tudo foi ler o seguinte:

“O Windows Vista é a versão mais verde já criada de um sistema operacional”

Devemos lembrar que este comentário veio Edwin Marchán, gerente do Windows Vista para a Microsoft Latino America

Talvez ele esteja tentado inverter a situação, já que o Vista na verdade foi considerado ruim para o meio ambiente. Por que digo isso? Simples: O bichinho é tão pesado que seria necessário que os usuários do XP arrumassem outra máquina ou fizessem um puta upgrade em seus PCs para conseguir rodar o Vista.

Dizer que o Windows Vista é o sistema operacional mais verde já criado? Só se ele estiver se referindo aos belíssimos papéis de parede com temas verdes como folhas, gramas e árvores que vem junto com o Windows Vista ;)

Pior de tudo foi ler um dos comentários da lista de discussão que o Djavan Fagundes participa:

“Tendenciosa ou não, acredito que a Microsoft deva ter um longo estudo que comprove estas afirmações. Acrescente também o possível interesse na obtenção da certificação ISO 14.001

Isso pode ser um argumento para vendas.”

Claro, claro. Até parece que a Microsoft precisa fazer algum esforço para conseguir tirar o que quer da ISO. A ISO já perdeu a credibilidade. Pelo menos a nossa credibilidade. Nós que estamos sempre na internet blogando, lendo blogs, twitters e sites como Slashdot.org, BR-Linux e Groklaw. Depois de toda aquela palhaçada da ISO em tornar o OOXML um padrão, os únicos que continuarão acreditando nela serão aqueles alunos e professores de faculdade que só lêem o que é passado em aula e aquele profissional de TI que já está há muito tempo acomodado na própria carreira e não faz a mínima questão de se atualizar. Esqueci de alguém? Ah sim, os pseudo-empresários… E com pseudo-empresários quero dizer aquele cara que abre um cursinho de secretariado disfarçado de curso de computação que só ensina Word, Excel e telemarketing (e a abrir uma conta no Orkut e no MSN) - se você pensou em uma escola chamada City Computer, é mera coincidência (será?)…

Mas o melhor foi a resposta irônica do Djavan:

“Sim, claaaro. FUD é para amadores né? Bill Gates é o nosso grande-amado-todo-poderoso deus!”

Apenas lembrando que, mesmo não tendo um campo de distorção da realidade tão poderoso como do Steve Jobs, Bill Gates tem uma legião de seguidores (para não usar o termo fanboy) que dividiriam a cama com ele sem dar a mínima para as coisas que ele fez ou fará. Se quiser conferir isso, basta dar uma olhada nos comentários do meu post “Bill Gates 666: Críticas à Fundação Bill e Melinda Gates e sua Filantropia e Altruísmo“.

Antes de finalizar o post, gostaria de dizer que essa é minha última semana de férias (as aulas na Fatec voltam segunda-feira dia 4). Passei para a noite este semestre e, apesar de quase todos os meus colegas que estudam a tarde endeusarem a Microsoft, me disserem que muitos dos alunos da noite tem um amor platônico pela mesma, chegando a defendê-la com unhas e dentes. Não sei se terá alguém comentando a propaganda notícia do portal UAI sobre a economia de energia do Vista, mas caso tenha, será engraçado interessante ouvir (e quem sabe postar aqui)…

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Belíssimos wallpapers que fogem do padrão azul

Hoje estou fazendo 25 anos e, para comemorar, resolvi presentear meus leitores com belíssimos wallpapers que fogem do padrão azul. Tenho certeza que muitos já devem estar cansados daqueles mesmos wallpapers de sempre na mesma cor azul meio clara que sempre aparece nas screenshots de computadores com Windows ou Mac

Grande parte desses wallpapers é do site Digital Blasphemy e os outros são de vários outros sites que nem lembro mais (e provavelmente estão no rodapé da imagem). Alguns deles eu peguei há mais de 5 anos ;) O que importa aqui é fugir daquele padrão atual de wallpaper que todos os sites andam colocando ultimamente.

Deserto Navio

Se quiser ver algum dos wallpapers da lista em tamanho maior antes de baixar o pacote completo, basta clicar nele e você poderá vê-lo na própria página.

Gostou? Então baixe todos os wallpapers clicando aqui!

Este presente foi pelo meu aniversário de 25 anos, mas não se esquecem que também estou sorteando um domínio próprio pelo aniversário de 2 anos deste blog :)

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Tradução da entrevista do Linus Torvalds ao Simple-Talk (Parte 2)

Imagem: Linus Torvalds

Demorou um pouco e deu um certo trabalho, mas finalmente acabei de traduzir a entrevista do Linus Torvalds ao Simple-Talk. A primeira parte já foi publicada e se você ainda não leu, pode conferir clicando aqui! Gostaria de agradecer ao BR-Linux por ter divulgado a minha tradução e, é claro, por ter sido onde fiquei sabendo dessa entrevista.

Também gostaria de agradecer a todos que comentaram na primeira parte com elogios, críticas e agradecimentos. Isso é o que realmente faz valer a pena ter um blog, o feedback dos leitores ;) E, é claro, já agradeço de antemão a todos que comentarem aqui!

Confiram agora a segunda e última parte da entrevista:

Richard Morris: “Você acha que produtos como OpenOffice podem ganhar aceitação por serem clones de produtos comerciais amplamente usados ou você acha que eles precisam inovar antes de serem aceitos?”

Linus Torvalds: “Eu acho que “inovação” é uma palavra vulgar na indústria. Não deve nunca ser usada. Se tornou uma coisa de relações públicas para vender novas versões de seus produtos.

Foi Edison que disse “1% inspiração, 99% transpiração”. Isso pode ter sido verdade 100 anos atrás. Nos dias atuais é “0,01% inspiração, 99,99% transpiração”, e a inspiração é a parte fácil. Como um gerente de projeto, eu nunca tive dificuldades em achar pessoas com idéias doidas. Eu tive dificuldades em achar quem podia executá-las. Em outras palavras, “inovação” já foi muito vendida. E com certeza não deve ser aplicada em produtos como MS Word ou Open Office.

Então não, eu não acha que as pessoas precisam de mais inovação. Eu preferia ver mais pessoas vendendo seus produtos pela boa e velha “qualidade”.

E sim, eu acho que o Open Office pode competir. Software é uma área difícil, e nisso o responsável que está na área por muitos anos não tem apenas uma posição e relações públicas e é visto como “o inovador” (você continua usando essa palavra. Eu não acho que significa o que você acha que significa), mas ainda mais, eles simplesmente tem mais anos de experiência.

E ao contrário de “inovação”, os “anos de esforço” definitivamente importam neste mercado.

Claro que, quase sempre, “anos de esforço” sempre tendem a significar “anos de inchaço”, de tal forma que depois de um certo ponto, ajuda menos do que ajudava antes. Acho que é isso que você está vendo acontecer com o MS Office contra Open Office - a vantagem dos anos de esforço que a Microsoft tem está começando a se tornar incapaz de superar os custos do inchaço e do auto-satisfação.”

Richard Morris: “Você acha que o ano do desktop vai chegar? Se for chegar, o que a comunidade precisa fazer para que isso aconteça?”

Linus Torvalds: “Eu não acho que exista um “ano”. O que acontece é que o uso se expande. Todo ano. E eu não acho que seja tanto pelo kernel. Claro, você precisa de um kernel no desktop, mas as coisas que devem ser observadas pelo ponto de vista do desktop provavelmente não tem tanto a ver com o kernel quanto tem a ver com o uso de coisas como Firefox e Open Office, e com o desenvolvimento do Gnome e do KDE.”

Richard Morris: “A GPL é um assunto religioso para você ou foi escolhida por algum motivo doido?

Linus Torvalds: “Nenhum dos dois, sinceramente. Não é religioso - veja minha explicação sobre como eu tento evitar todo o assunto de “liberdade” pelo fator de ser uma argumentação sem sentido - mas também não foi por nenhum motivo doido. A GPLv2, mesmo que já faça quase duas décadas que a escolhi, continua sendo minha licença preferida.

Claro, eu também não posso dizer que foi tudo bem premeditado ou que passou por muito planejamento. A GPLv2 não foi minha primeira licença - eu comecei o Linux com uma licença mais restrita que dizia que você deveria redistribuir o código fonte e não podia vender de forma alguma.

Então o fato de que acabei usando a GPLv2 foi devido a várias circunstâncias aleatórias e “porque estava lá”, mas não foi nenhuma doideira em que eu não sabia onde estava me metendo

Muitas outras coisas foram mais “doidas”. Eu acho que fiz um trabalho bom e bem informado na escolha da licença, mas muitas das minhas outras escolhas do passado certamente não foram bem informadas. Eu nunca pensei que o Linux cresceria tanto até se tornar o que é hoje - nem mesmo em meus sonhos mais loucos. E toda essa coisa de começar a criar meu próprio Sistema Operacional do zero, isso sim foi uma doideira.”

Richard Morris: “John “Maddog” Hall costumava dizer que 5.2 bilhões de pessoas ainda precisam escolher seu sistema operacional e que tem de sobre pra todos. Bastava apenas chegar nelas antes do Bill e do Steve terem chegado. O que virou isso? A China, a Índia e a Indonésia já escolherem seus sistemas operacionais? Ou as universidades das BRICs começaram a apreciar os benefícios do .Net sobre o Mono?”

Linus Torvalds: “Eu acho que o código aberto tem um grande papel a fazer em vários lugares, não tanto pelo custo, mas por estar criando uma infraestrutura própria e conhecimento de software.

Essa é uma das vantagens do código aberto - você não está apenas comprando uma “caixa preta”, você está comprando toda uma infraestrutura que você pode estudar e criar sua própria.

E eu acho que parece estar sendo assim em alguns lugares. Especialmente em algumas partes da América do Sul, por alguma razão (provavelmente cultural). Mas eu certamente não acho que isso é uma coisa do tipo “ou tudo ou nada”, então enquanto esses países aumentam seus consumos de computadores, eu não acho que será radicalmente diferente de qualquer outra área.”

Richard Morris: “A proliferação das distribuições Linux é uma coisa boa ou ruim? Você preferiria que tivesse mais esforços e menos distribuições?”

Linus Torvalds: “Pessoalmente, eu sou um cara que acredita na escolha. Sim, pode ser confuso, e sim, pode fazer o mercado parecer mais fragmentado, mas por outro lado, também gera competição. E competição é uma coisa boa - é uma coisa boa mesmo dentro de um projeto. É o que faz as pessoas tentarem coisas diferentes e acaba sendo bem motivacional.

Então eu não acho que teriamos chegado a algum lugar sem esse monte de distribuições que temos por aí. Eu prefiro ter um pouco de boa discussão e até mesmo brigas do que uma paisagem calma com um único vendedor (ou dois vendedores que modelam o mercado)

Richar Morris: “É quase como se a “economia das distribuições” do Linux fosse parecida com o modelo de Taiwan; por exemplo: a economia Taiwanesa é diferente da Japonesa, da Coreiana e da Chinesa enquanto há uma desnatação organica constante e um limite ao crescimento das empresas individuais e ainda assim é altamente inovadora tecnologicamente. Red Hat e SuSE uma vez prometeram ser a Ford e a GM do Linux mas aonde elas estão agora? Ubuntu veio do meio do nada e acabou facinho com elas. O mesmo acontecerá com o Ubuntu?”

Linus Torvads: “Eu acho que isso é bem saudável. E eu sei que todo o modelo significa que você tem que correr pra se manter (em evolução, é chamado de “A Corrida da Rainha Vermelha”, quando você tem que correr apenas para manter seu lugar - de Alice no País das Maravilhas).

E isso é bom. Faz com que todos nós sejamos corretos. E eu digo “nós”, porque eu acho que efeitos similares acontecem dentro de cada projeto também: mantenedores não podem se acomodar apenas por causa da fama e encostar seus projetos, porque se você não fizer o trabalho bem, outra pessoa pode chegar e fazer por você - e acontece ocasionalmente aos projetos de código aberto e às pessoas pessoas que falam em fork.”

Richard Morris: “O boom da certificação Linux nos últimos anos teve um efeito positivo na confiança das empresas na plataforma? Ou foi a grande adoção pelas empresas que causou a demanda por certificação? Parece ser argumentável que a confiança na plataforma aumentou inversamente enquanto o status de um engenheiro de suporte caiu do nível de guru místico ao nível de um humilde técnico?

Linus Torvalds: “Hmm. Eu não vejo nesses termos, porque eu não acho que sejam pontos de vista opostos, mas o contrário - apenas a progressão natural da economia empresarial.

Sim, a adoção e a confiança de uma empresa estimula o interesse nas áreas que as empresas pagam, então a confiança de uma empresa obviamente resulta em maior demanda de certificações. Mas sim, também é um ciclo de feedback positivo, onde a disponibilidade da certificação acaba alimentando a confiança da empresa. E “confiança” é apenas outra forma de “familiaridade” - o mercado irá adotar o que for familiar para as empresas para que essa familiaridade possa crescer. Então eu não vejo nenhuma divisão aqui. Não é algo como “isso ou aquilo”, na verdade é o inverso. Quanto aos engenheiros de suporte e o “status ter abaixado”, eu acho que faz parte da mesma coisa. O que uma empresa menos quer são surpresas: ela quer estabilidade, labuta, mais do mesmo, planejamento a longo termo. Em outras palavras, quer familiaridade e confiança, e quer a mesma familiaridade e confiança em seus subordinados. Não quer surpresas.

Então a última coisa que o mercado quer é um “guru místico”. O Linux já está por aí há tanto tempo que o mercado confia no modelo e até gosta de ser associado com toda essa galera doida e incontrolável do código aberto (porque todos querem pensar que eles são imprevisíveis, até mesmo o menos imprevisível entre nós!), mas eles definitivamente também querem o mesmo engenheiro trabalhador chato e certinho de sempre.

Não é que as coisas cairam do nível de “guru místico ao de humilde técnico”, é que o mercado empresarial adicionou o técnico humilde, porque no fim das contas, o que o mercado realmente quer é labuta.

E eu posso perceber que a palavra “labuta” não precisa ser levada ao pé da letra, mas deve ser, e é o que o mercado empresarial quer. Eles também querem saber que tem um guru místico ao lado deles (eles conhecem o tipo, você só precisa imaginar), mas para o trabalho maçante, eles irão pegar o técnico humilde, ainda bem.

Então isso não tem nada a ver com aquele negócio de um contra o outro, é uma coisa mais do tipo “Eu levarei os dois”.

Richard Morris: “Eu não posso terminar sem te perguntar sobre a citação do Steve Ballmer. Você conhece aquela que ele diz que “Linux é um câncer que infecta tudo aquilo que toca no sentido de propriedade intelectual”. O que você acha que ele quis dizer com isso?”

Linus Torvalds: “Pra mim é difícil entender o que diabos o Ballmer está fazendo. Primeiro a dancinha do macaco, depois joga cadeiras. Uma vez ele chamou o Linux de “anti-americano”, aparentemente porque ele não gosta de competição. Depois a coisa do câncer. Agora essa fixação com o Yahoo! Quando isso irá terminar?

O que posso dizer? Acho que ele quis dizer que o código aberto cresce tão agressivamente e acaba tomando o controle (o que é bom - se você está dentro de todo esse negócio de mercado em expansão), mas ele quis dar a entender como se fosse algo que cresce sem controle e é ruim para o que está crescendo. Por exemplo: câncer

Então eu certamente posso ver a lógica na escolha dessa palavra.”

Richard Morris: “Você acha que tem algum sentido?”

Linus Torvalds: “Se eu acho que tem algum sentido? Não. É claro que o código aberto cresce agressivamente: Por que não? Custo baixo, grande qualidade, e o fato de não estar acorrentado a alguma empresa comercial que você não pode confiar por saber que elas apenas ficam felizes se puderem continuar tirando seu dinheiro. Claro que ele cresce.

E sim, esse crescimento tem um custo para a Microsoft, mas isso é chamado de “competição”. Isso não faz dele um “câncer” mais do que um dia possa ter feito dele “anti-americano”.”

Fonte: Simple-Talk

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Andre Matos e Ivete Sangalo no Estúdio Coca-Cola Zero?

O que você acha de Andre Matos e Ivete Sangalo juntos no Estúdio Coca-Cola Zero? Calma que vou explicar… Semana passada estava com a televisão ligada e não tinha nada que prestasse passando. O que fazer? Mudar de canais até achar alguma coisa (objetivo difícil de alcançar hoje em dia). Quando passei pela MTV vi uma propaganda falando que o tal Estúdio Coca-Cola Zero iria juntar Chitãozinho e Xororó com uma bandinha chamada Fresno (cheguei a ouvir a banda depois, essa porcariada EMO pra variar! LIXO!). Um tempo depois procurei um vídeo no Youtube pra ver como havia ficado. Até que ficou legalzinho - claro, Chitãozinho e Xororó são mestres!

O que me entristeceu é que eu já havia pensado bem antes que seria legal ver Chitãozinho & Xororó em um palco cantando junto com o Shaman (na época que o Andre Matos cantava lá), ou com o Angra! Continuo pensando nisso! Seria legal ver o Andre Matos cantando com Chitãozinho & Xororó! Um metal sertanejo

Infelizmente, como já fizeram a burrada de colocar os mestres do sertanejo com aquela bandinha emo podre, então só resta uma parceria para o Andre Matos fazer nesse negócio de Estúdio Coca-Cola Zero: Com a Ivete Sangalo! Eu particularmente acho que ficaria bem legal unir o metal do mestre Andre Matos com o axé da Ivete Sangalo!

Claro que infelizmente isso nunca vai acontecer (tenho certeza). O que a MTV e o tal Estúdio Coca-Cola Zero querem não é “juntar as diferenças”. O que eles querem é apenas mais um espaço para continuar divulgando o pop vagabundo e mal tocado deles e tentar acabar com o verdadeiro rock e com o metal. Quem você acha que matou o rock e fez com que todas as bandas virassem uma merda? A MTV! Um canal que nunca vai passar uma banda boa como Twisted Sister, por exemplo, a menos que seja em um programa chamado “Piores Clipes do Mundo” ou em um chamado “Top Top: Músicas mais bregas e chatas“. Da mesma forma que o Heavy Metal não existe na MTV: Se resolverem passar, será apenas lá pelas 3 da madrugada O.o

Mas que ia ser interessante o Andre Matos cantando com a Ivete Sangalo, isso seria. O que você acha? Iria assistir? Deixe seus comentários dizendo o que acha dessa idéia :D E se você não conhece o Andre Matos, deixo um vídeo para que ouçam a música Letting Go do algum Time To Be Free:

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Web Hosting Ratings: Dicas sobre hospedagem

Fiquei sabendo ontem do site Web Hosting Ratings, um excelente site (em inglês) que fala sobre os diversos serviços existentes de hospedagem e também tem muitos artigos com dicas para conseguir o melhor em uma hospedagem.

Se está procurando algum serviço de hospedagem, sugiro que dê uma olhada nos artigos e tutoriais que tem eles oferecem clicando no seguinte link: Web Hosting Tutorials

Um dos artigos mais interessantes que vi foi sobre ganhar dinheiro revendendo hospedagem, algo que antes eu nem imaginava que existia :D A idéia é seguinte: Você compra a hospedagem e a usa para seu site e blog. Digamos que com este serviço você tem uns 2Gb de espaço mas só usa metade disso ou menos. O que fazer com o resto se sabe que não vai usar tão cedo? Simples! Revender e ganhar um dinheiro com isso. O mais legal é que você também pode vender uma certa quantidade de espaço livre para outros revendedores que poderão fazer a mesma coisa: usar uma parte e revender o restante, sempre ganhando uma porcentagem com isso ;)

Outros artigos que você encontra no site são sobre assuntos como hospedagem dedicada com Linux, benefícios da hospedagem gerenciada, dicas para hospedagem com windows, dicas gerais para a escolha de um serviço de hospedagem e muito mais.

Ah, claro, não poderia deixar de fora o link para a categoria com todos os artigos sobre hospedagem em servidores Linux, já que o foco desse blog é GNU/Linux e Software Livre ;) Outra categoria interessante que tem no site é uma com artigos sobre serviços de hospedagem baratos. Um prato cheio para pessoas que, assim como eu, tem um escorpião no bolso ;D

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Estadão copia blogs 2 semanas depois e não cita NADA!

Muitos provavelmente se lembram dos posts que fiz sobre a lavagem de dinheiro 2.0 do Senado Federal, certo? Já faz quase 2 semanas isso. Pelo jeito os leitores do Estadão só estão sabendo AGORA! Isso mesmo, Estadão, o jornal mais “inho” do Brasil e do mundo só foi postar ontem sobre os banners de 48 mil do Senado Federal. Publicam o negócio com umas 2 semanas de atraso, copiando na maior cara de pau o que obviamente ficaram sabendo através de blogs e nem se dão ao trabalho de citar.

Se quiser, pode testemunhar com seus próprios olhos… O endereço é esse: http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20080725/not_imp211700,0.php - O link não é clicável… Como já disse antes, não dou link para quem usufrui do trabalho dos outros não dando os devidos créditos e nem citando as fontes.

É isso aí galera! Esse é o Estadão, o jornal mais inho do país. Agora entendo porque eles fizeram toda aquela campanha difamatória contra os blogs. Insegurança! Ainda deve ter muita gente debatendo se blogs podem ou não substituir a mídia tradicional. Minha resposta é que não só podem, como já estão substituindo. A única coisa que falta para os blogs é o reconhecimento de mais pessoas. Ainda são muitos os que não lêem blogs e gastam dinheiro em jornais. Mas acredito que logo os blogs estarão maiores do que a mídia tradicional. Nos Estados Unidos isso está começando a acontecer. Alguém aí sabe quantas visitas o Slashdot.org ou o Wired recebem por dia?

Na minha opinião o Estadão deveria começar a andar na linha. Marketing é bom, mas não é capaz de fazer milagre. Ok, ok, pode até fazer, mas dúvido que dê jeito quando o problema é falta de qualidade e picaretagem.

Ah sim, só para constar: Não sou contra a mídia tradicional, mas sim contra a cabecinha pequena de muitas pessoas lá dentro. Prefiro blogs e muitas vezes confio mais em blogs, mas também acho legal ter um jornal ou uma revista para abrir quando não estiver no computador ;D Um pode complementar o outro. Melhor seria que a mídia tradicional parasse de picaretagem e citasse suas fontes ao invés de deixar seus leitores perdidos por aí.

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Tradução da entrevista do Linus Torvalds ao Simple-Talk (Parte 1)

Quatro dias atrás, o BR-Linux anunciou que Linus Torvalds, criador do Linux, concedeu uma entrevista ao Simple-Talk, onde fala sobre o kernel (e um pouco sobre seu desenvolvimento), licenciamento, o motivo de sua preferência pela GPL, patentes, distribuições e muito mais.

Resolvi traduzir a entrevista. Como ela é muito extensa, publico hoje apenas a primeira parte. Ainda falta traduzir o resto da entrevista. Só falta um pouco de tempo para isso ;) Provavelmente ainda publicarei o resto dela esse fim de semana ou na segunda feira. A tradução que fiz foi bem livre mesmo. Não me preocupei em fazer tradução literal. O que tentei fazer foi uma tradução que realmente mostrasse o que foi dito e não uma que traduzisse fielmente cada palavrinha dita (senão seria impossível ler a entrevista. Ninguém iria entender nada e nem ter paciência). De qualquer forma, espero que não reparem ;D

Nessa primeira parte, ele fala um pouco sobre o kernel e algumas particularidades de seu desenvolvimento, sobre licenças, sobre a aproximação da Microsoft com o código aberto e um também pouco sobre a distribuição que usa. A entrevista foi feita por Richard Morris.

Confiram agora a primeira parte da entrevista:

Richard Morris: “Em seu famoso debate com o Tanenbaum sobre microkernel versus monolítico você diz que “de um ponto de vista teórico (e estético) microkernels são melhores”. Você é capaz de prever um dia em que o prático se igualará ao teórico e ao estético e o Kernel do Linux se tornará obsoleto?”

Linus Torvalds: “Eu posso certamente imaginar o kernel Linux se tornando obsoleto - qualquer outra coisa seria triste, realmente. Apesar disso, tendo trabalhado na área de sistemas operacionais por mais ou menos 17 anos, eu não acho que serão os microkernels que farão isso acontecer.

Em outras palavras, tendo feito kernels “tradicionais” por tanto tempo, eu acabei me convencendo de que eles são feitos como são tradicionalmente pelas mesmas razões pelas quais rodas são redondas - é simplesmente a forma como devem ser feitos. Da mesma forma que rodas são redondas porque é prático e giram melhor dessa forma, você não vai querer dividir um kernel monolítico em várias partes pequenas. Em um kernel, você basicamente precisa conhecer o que todas as partes estão fazendo para poder tomar decisões globais, e isso se torna difícil se dividir muito as coisas.

Mas o que pode fazer uma grande mudança em como as coisas são feitas são simplesmente as mudanças no hardware ou mudanças nos costumes dos usuários e na forma como eles interagem com seus computadores. E enquanto eu não vejo nenhuma grande mudança fundamental em como as coisas são feitas, eu acho que é isso o que pode tornar o Linux obsoleto - apesar de achar que isso não acontecerá em um futuro próximo. Software e hardware tem uma inércia impressionante e a forma das coisas serem feitas tendem a permanecer como são por décadas. Por isso não estou exatamente preocupado.”

Richard Morris: “Muitos projetos importantes como o Apache, PHP etc não usam a licença GPL. Você acha que isso prejudica a comunidade do Software Livre ou você acha que a heterogeniedade das licenças de código aberto permitiu que mais pessoas contribuíssem com o esforço total?”

Linus Torvalds: “Eu acho que heterogeniedade é uma coisa boa. As pessoas não tem os mesmos objetivos ou motivações e realmente não devem ter. Não existe nenhuma razão pela qual todos devem concordar com uma única licença - não só é irracional esperar que todas as pessoas concordem com algo, mas também existem áreas diferentes que podem ter razões fundamentais para querer fazer as coisas de outra forma. Por exemplo, eu obviamente acredito que a GPL (a v2 em particular) é um grande modelo para trabalhar em conjunto - permitindo que todos compartilhem o código, mas também assegurando que ninguém possa depois tentar tirar vantagem do trabalho dos outros - você “paga” pelo código fonte ao dar o seu código de volta. Eu chamo esse modelo de “isso por aquilo” e ele funciona muito bem não apenas no mundo do software, mas é bem também é conhecido em economia e teoria de jogo.

Mas o fato de eu gostar para o tipo de coisa que estou envolvido não significa que outras pessoas não possam ter outros objetivos. Por exemplo, se você trabalha com padronização e quer usar o código aberto como uma forma para distribuir um modelo de referência, você talvez não tenha interesse no “isso por aquilo”, talvez apenas queira espalhar o código de referência para o maior número de pessoas que puder para que elas possam começar com uma certa base, e talvez você também pode querer fazer dessa referência a base para códigos proprietários. Então nessa segunda situação, você pode querer usar uma licença Apache ou BSD.

Portanto, mesmo de um ponto de vista puramente racional, faz sentido ter licenças diferentes. E não, não estou dizendo que programadores são puramente racionais. Tem muito ego envolvido e muitas idéias pessoais, o que pode explicar exatamente porque existem tantas licenças diferentes para experimentar.

O fato de poder escolher é uma coisa boa! E realmente não existe muita confusão, já que só existe uma pequena porção de licenças muito populares e comuns.”

Richard Morris: “Recentemente nós entrevistamos o Dr. Richard Hipp do SQLite fame. O que você acha da decisão dele de remover todas as restrições do uso de seu código e colocá-lo em domínio público? Por que você não faz o mesmo com o Linux - isso faria o código ser realmente livre?”

Linus Torvalds: “Essa palavra, livre, é na verdade uma palavra que eu tento evitar usar pois significa muitas coisas diferentes. E não, eu não estou dizendo apenas da diferença trivial entre “livre de custo” (grátis) e “liberdade”. Mesmo no significa de “liberdade”, diferentes pessoas tem tantas idéias diferentes do que realmente é e de quem realmente deva ter a “liberdade”. Essa é uma das razões pela qual eu uso o termo “Código Aberto”, e uma razão pela sou conhecido por tretar com a FSF. Eles fazem muita questão do termo “liberdade” e definem esse termo de uma forma muito particular.

O que é “liberdade” para você? É anarquia? - a liberdade de fazer qualquer merda que você quiser? Se for, a licença BSD é obviamente muito mais livre que a GPL. Ou é qualquer outra das inúmeras formas de descrever o que “liberdade” pode significar? Eu realmente não estou interessado neste tipo de discussão. É o que eu chamo de “masturbação mental”, quando você acaba entrando em algum tipo de exercício intelectual sem sentido e sem nenhum significado possível. Por isso que uso o termo “Código Aberto” quando tento explicar a razão de ter escolhido a licença que uso, e tento explicar a minha escolha da GPLv2 não em termos de liberdade, mas em termos de como eu quero que as pessoas possam melhorar o código fonte - ao desencorajar o fechamento e o controle do código com uma licença, todos podem trabalhar no trabalho de cada um e isso basicamente encoraja um modelo onde as pessoas acabam trabalhando juntas.

Não me entenda mal - Eu não estou dizendo como se fosse uma coisa de escoteiros cantando ao redor de uma fogueira no acampanhamento. É mais um modelo de cada um por si, onde as pessoas são encorajadas a trabalhar nas coisas que acham mais importantes para suas necessidades. Mas a GPLv2 está lá para evitar a anarquia: ela não acaba com a competição e nem evita que algumas pessoas trabalhem em coisas diferentes, mas evita que quem alguém seja anti-social ou prejudique o outro.

As pessoas precisam de regras sociais. A mesma coisa vale para projetos. É necessário algumas regras que sejam cumpridas para que as pessoas já saibam desde o começo no que estão entrando. Note que não estou dizendo que a licença BSD é ruim ou que colocar algo no domínio público (que é uma coisa mais do tipo livre-para-todos) é ruim. Se era isso o que Hipp queria para seu código, então foi a escolha certa. Eu acho que a anarquia é “mais livre” do que ter regras, mas também é certamente menos produtiva, e eu acho que ao menos um certo tipo de programadores ficarão menos interessados no projeto justamente porque eles não verão as regras para proteger seus trabalhos.

Não são todos que gostam da GPL, mas várias pessoas gostam justamente porque dá uma certa proteção. É essa a proteção que você quer? Essa deve ser sua escolha pessoal antes de você se unir a um projeto que usa essa licença, mas nós podemos olhar pra trás e dizer que ela parece conduzir à produtividade e ao sucesso do projeto.”

Richard Morris: “Você acha que patentes de software são uma boa idéia?”

Linus Torvalds: “Heh - Definitivamente não. Elas são um desastre. O negócio todo (e a idéia original) por trás das patentes no sentido legal dos Estados Unidos é encorajar a inovação. Se você reparar no estado das patentes nos Estados Unidos hoje, verá que elas não estão fazendo isso. Certamente não em software, e muito obviamente também não em muitas outras áreas.

Na verdade acontece o oposto - patentes são muito usadas para acabar com a competição, que é, sem dúvida, nenhuma o modo mais poderoso de incentivar a inovação. Qualquer um que seja a favor de patentes é basicamente contra a abertura de mercados e a competitividade, mas eles nunca dizem isso dessa forma.

Então, a objetivo principal das patentes certamente não está sendo alcançado hoje, o que já deve significar alguma coisa. E isso provavelmente acontece em qualquer área.

Mas a razão pela qual as patentes são especialmente ruins para os softwares é que softwares não são uma invenção separada onde você pode apontar uma única idéia. De jeito nenhum. Qualquer software relevante é um conjunto altamente complexo de regras bem detalhadas, e existem milhões de pequenas e triviais idéias ao invés de uma única idéia inteligente que possa ser patenteada. O valor do software não está isolada em nenhuma das pequenas idéias, mas em todo o conjunto. Também é angustiante ver que as pessoas patenteiam “idéias”. Não é nem mesmo uma coisa que foi trabalhada; é apenas um pequeno modo de fazer as coisas que tentam patentear, apenas para poder ter uma arma para uma briga economica. Triste. Patentes já perderam todo o valor de redenção, se algum dia tiveram algum.”

Richard Morris: “O que você acha dos esforços da Microsoft de ter uma parte na comunidade de código aberto? Você acha que eles são sinceros em seus esforços ou você vê isso como algum tipo estratégia de abraçar-extender-exterminar?”

Linus Torvalds: “Eu não tenho como julgar isso. Pessoalmente acho que por um lado os esforços da Microsoft são sinceros, e por outro não são. É uma empresa grande e inchada, e quando uma mão diz que quer participar no código aberto, eu dúvido que a outra sabe o que é ou se importa.”

Richard Morris: Se a Microsoft te convidasse para trabalhar no laboratório de código aberto deles, você iria?

Linus Torvalds: “Eu não sou um odiador da Microsoft, então eu não iria dizer “Não! Nunca! Eu prefiro cair em cima da minha própria espada do que ir para o lado negro!” Claro que acho improvável que a Microsoft algum dia faça uma oferta que eu consideraria relevante. Dinheiro? Ei, eles tem, e eu gosto, mas eu obviamente não acho o dinheiro mais importante do que outras coisas. E é improvável que eles ofereçam as coisas que eu realmente valorizo.”

Richard Morris: “Que parte de um sistema operacional você acha que é mais difícil de escrever?”

Linus Torvalds: “Essa é uma pergunta interessante, justamente porque minha resposta é que nunca é nenhuma parte.

Claro, todos os detalhes tendem a ser complicados, mas o trabalho real é fazer tudo funcionar junto. Comparado a isso, qualquer detalhe particular que você queira apontar pode até ser um desafio técnico, mas nada que realmente tire alguém do sério. Por exemplo, uma área que realmente nos fez passar por maus bocados (e que ainda causa problemas, mesmo que tenha melhorado muito) é o gerenciamento de energia e todo aquele negócio de suspender/resumir que as pessoas fazem nos laptops.

E não foi nenhum detalhe particular irrastreável que fez disso algo tão difícil, mas o fato de mexer com cada subsistema dentro kernel (e muitos outros fora do kernel, na parte do usuário também!), e foi justamente isso que acabou tornando tudo um desafio.”

Richard Morris: “Que distribuição Linux você usa?”

Linus Torvalds: Eu usei diferentes distribuições por anos. Agora estou usando Fedora 9 na maioria dos computadores que tenho, o que tem mais a ver com o fato do Fedora ter tido um ótimo suporte para o PowerPC na época que eu usava, então me acostumei com ele. Mas eu não ligo muito para a distribuição, contanto que torne fácil de instalar e manter o sistema atualizado. Eu me importo com o kernel e com alguns programas, e o conjunto de programas que eu realmente me importo é até pequeno.

Quando o assunto é distribuição, a facilidade da instalação é uma das coisas mais importante para mim - Eu sou um cara técnico, mas eu tenho uma área bem específica de interesse, e eu não quero perder tempo com o resto. Então as únicas distribuições que eu tenho evitado são aquelas que são conhecidas por serem “muito técnicas” - como aquelas que te encorajam a compilar seus próprios programas etc.

Sim, eu posso fazer isso, mas acaba com toda a idéia de uma distribuição para mim. Por isso gosto daquelas conhecidas por serem fáceis de usar. Eu nunca usei o Debian puro, por exemplo, mas eu gosto do Ubuntu. E antes dos caras do Debian me atacarem - sim, eu sei, eu sei, deve ser bem mais simples e fácil de instalar hoje em dia. Mas antes não era, por isso nunca tive uma razão para usá-la.”

Fonte: Simple-Talk

UPDATE: Já está traduzida e publicada a segunda e última parte dessa entrevista. Para ler clique aqui!

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Para todos que me criticam

Muitas vezes sou criticado injustamente! Abri esse blog para falar de Software Livre, GNU/Linux, um pouco sobre música, um pouco sobre política e outros assuntos que acho interessante. O mais importante é que abri esse blog para ajudar as pessoas. Uso meu tempo livre para escrever posts aqui, tentando sempre publicar algo interessante para ajudar as pessoas e mostrar uma visão do mundo um pouco diferente da que todos estão acostumados.

Tento também abrir os olhos das pessoas denunciando políticos corruptos, o pão e circo da TV (e de alguns blogs), donos cuzões de grandes empresas de tecnologia. Mas ainda assim muitos não me entendem e me criticam. Não sabem como isso machuca e parece que não entendem que faço isso pelo bem delas mesmas. Já fui criticado por tentar provar ao mundo que o Bill Gates é o tinhoso, por avisar às pessoas que a Amy Winehouse não é um bom exemplo a ser seguido e por mostrar que o Steve Jobs é o cara mais cuzão e afrescalhado, sempre querendo enrabar seus clientes e tirar a liberdade deles e até mesmo por mostrar detalhadamente e de forma imparcial todas as diferenças entre o Linux, o Windows e o Mac OS X.

Infelizmente, sempre acontece a mesma coisa. Tento fazer um post para ajudar e sempre chega alguém com pedras nas mãos ;////

Gostaria de dizer a todos que me criticam que escrevi esse post todo apenas para que vocês vessem um vídeo. Espero que esse vídeo mostre como me sinto em relação às críticas pesadas que muitas vezes recebo por tentar fazer o bem e ajudar

Críticos do Terramel, esse vídeo é para vocês:

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Promoção: Terramel vai sortear um domínio grátis!

Como postei no domingo, dia 30 de julho será meu aniversário e dia 4 foi aniversário desse blog (2 anos). Conforme prometi, irei presentear meus leitores. O prêmio será um domínio grátis! Pode ser .com, .org, .net, .info e vários outros ;) É a chance de todos os blogueiros que ainda não tem um domínio próprio terem um endereço mais legal para o site. Ex: seunome.com

Como participar:

Para participar é necessário ter um blog e escrever um post sobre essa promoção e linkando para este post, por exemplo:

O Terramel está fazendo uma promoção de aniversário e vai sortear um domínio grátis! Para participar, clique aqui!

Depois do texto, faça um review deste blog escrevendo o que quiser (review sério falando o que realmente acha do blog. Sem puxação de saco, apenas sinceridade) e com quantas palavras quiser.

Serão aceitas inscrições até o dia 21 de setembro e o sorteio acontecerá no dia 22. O vencedor será anunciado aqui no blog. Também serão anunciados todos os participantes com os respectivos links para seus blogs.

Não serão aceitos blogs com conteúdo pornográfico, spam, malware ou blogs que apenas coloquem o conteúdo de terceiros sem produzir nada próprio. Para incentivar a seriedade e o reconhecimento, não serão aceitos blogs que não citem fontes e referências (claro que abriremos excessões se as fontes não citadas forem jornais ou portais que nunca citam fontes. Esses realmente não merecem ser citados nunca ;D)

Peço aos participantes que não esqueçam de checar se o trackback foi enviado corretamente aqui. Caso não apareça o trackback, basta comentar aqui indicando o link. Isso é necessário para que eu saiba quem está participando da promoção.

Assim que fizer o sorteio, enviarei um e-mail para o vencedor para explicar tudo certinho e entregar o prêmio.

O domínio é grátis por 1 ano. Depois desse período, fica a critério do vencedor renová-lo ou não. A hospedagem fica por conta do vencedor. Se quiserem usar o domínio para um blog que já tem, o Blogspot faz mapeamento de domínio. O Wordpress.com também, mas cobram 10 dólares para isso. Se quiserem abrir um novo blog e hospedar gratuitamente, podem usar o 000webhost.com.

Espero que tenham gostado e que participem. Boa sorte para todos!

UPDATE: Dica de Hospedagem

O amigo Lauro do GuruLinux me enviou um e-mail com a idéia de complementar essa promoção com a promoção que ele está fazendo. Enquanto estou sorteando um registro de domínio, o GuruLinux está sorteando um ano de hospedagem grátis. As características são:

  • 1 Gb de espaço em disco
  • Acesso SSH e FTP
  • Banco de Dados MySQL
  • Contas de e-mail ilimitadas
  • Wordpress ou Joomla pré-instalado
  • e muito mais…

Para participar basta clicar aqui!

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Conheça alguns bugs famosos

Conheça alguns bugs famosos! O último é o mais famoso e também o mais destrutivo!

Imagem Bug Windows

Fonte: BR-Linux

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